Deixa eu pensar bem de que lado eu fico.
De um lado, Alexandre de Moraes, com carreira pública conhecida, decisões assinadas, CPF, rosto e responsabilidade institucional. Do outro, a Rede Globo, especialista histórica em posar de guardiã da democracia enquanto empurra a agenda do “primeiro eu, depois o país”.
Aliás, já vimos esse filme. E não foi bonito. No episódio lamentável da Lava Jato, a Globo não informou, militou. Não investigou, construiu narrativa. Não buscou a verdade, escolheu um lado e passou anos vendendo espetáculo, destruindo reputações, interferindo no processo político e ajudando a implodir o país em nome de audiência, poder e alinhamento ideológico.
Então não, não é uma escolha difícil. Entre uma instituição do Estado, com regras, limites e responsabilidade, e um conglomerado midiático que se comporta como partido político informal quando convém, a balança não treme.
Quem já ajudou a sabotar o país uma vez não merece o benefício da dúvida na segunda.

